Lideranças indígenas Surui falam ao MPF sobre o projeto de Carbono Surui, situação da saúde indígena em Cacoal e criação do Território Etnoeducacional. 

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Apresentação do Projeto de Carbono, Almir Narayamoga Suruí

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Procurador da República Daniel Fontenele, Assessor da 6ª câmara Marconi Nonato e Coordenador Geral da Metareilá Almir Narayamoga Suruí

A reunião com o Ministério Público Federal ocorreu em Ji-Paraná, na quarta-feira às 14h30min. Estava presente oito (8) lideranças Surui, Marcelo Lucian Ferronato representando Funai de Cacoal, representante da Kanindé, Ivaneide Bandeira, O Procurador da República, Daniel Fontenele e Assessor da 6ª câmara, Marconi Nonato.

As lideranças Suruí destacaram a demora da resposta da Fundação Nacional do Índio sobre seu posicionamento do projeto de carbono. “Apenas aguarda essa resposta para colocar no mercado, o carbono surui”, diz Almir. O Procurador da República, Daniel Fontenele diz, que iria fazer um estudo jurídico sobre processo do carbono surui, logo em seguida faria a cobrança do posicionamento da FUNAI. 

Os surui também questionaram sobre o acontecimento ocorrido pela Coordenação Regional da Funasa em Rondônia. O procurador afirma MPF já esta averiguando, como também, tentando trazer solução sobre o caso.

Os índios surui querem criar Território Etnoeducacional do Corredor Tupi Mondé que abrangeriam cinco povos indígenas (Surui, Arara, Zoró, Gavião e Kwazá), pode contribuir com o desejo de todos de uma educação de maior qualidade para todas as comunidades.

Cacoal, 15 de Julho de 2010.