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	<title>Povo Indigena Paiter Surui</title>
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	<description>noticias da floresta d&#039;Amazonia</description>
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		<title>Pedidos de ações urgentes do Povo Paiter</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comissão de Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[No in&#237;cio do m&#234;s de maio os representantes das Associa&#231;&#245;es Cl&#226;nicas e do Parlamento Paiter Surui tiveram reuni&#227;o com delegado da Policia Federal, o respons&#225;vel pela Opera&#231;&#227;o Arco de Fogo. Na oportunidade foi entregue a carta de denuncia e reivindica&#231;&#245;es dos mesmos. Delegado garante que ser&#225; providenciado com maior aten&#231;&#227;o e urg&#234;ncia os pedidos. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 12px;"><span style="color: rgb(34, 34, 34);"><span style="color: rgb(34, 34, 34);">No in&iacute;cio do m&ecirc;s de maio os representantes das Associa&ccedil;&otilde;es Cl&acirc;nicas e do Parlamento Paiter Surui tiveram reuni&atilde;o com delegado da Policia Federal, o respons&aacute;vel pela Opera&ccedil;&atilde;o Arco de Fogo. Na oportunidade foi entregue a carta de denuncia e reivindica&ccedil;&otilde;es dos mesmos. Delegado garante que ser&aacute; providenciado com maior aten&ccedil;&atilde;o e urg&ecirc;ncia os pedidos. E foram encaminhados as copias da carta para FUNAI de Bras&iacute;lia, Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal &ndash; RO e Equipe T&eacute;cnica Federal (Programa de prote&ccedil;&atilde;o aos defensores dos Direitos Humanos).</span></span></span></span><span style="color: rgb(34, 34, 34);"><font size="3"><span style="color: rgb(34, 34, 34);"><font size="3"><o:p></o:p></font></span></font></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 12px;"><span style="color: rgb(34, 34, 34);"><span style="color: rgb(34, 34, 34);">Veja a carta na <a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/Policia-Federal.pdf"><strong>&iacute;ntegra</strong></a>.</span></span></span></span></p>
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		<title>Bianca Jagger visita chefe da Casa Civil do Governo de Rondônia</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 01:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comissão de Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[A visita se encerra com o compromisso de Bianca Jagger de defender os direitos ind&#237;genas e das popula&#231;&#245;es atingidas Logo ap&#243;s a visita na Terra Ind&#237;gena Sete de Setembro, do Povo Paiter Surui, Bianca Jagger, Ex-mulher de Mick Jagger cumpre sua agenda em Porto Velho. Aonde foi dada uma entrevista nas impressas local e uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A visita se encerra com o compromisso de Bianca Jagger de defender os direitos ind&iacute;genas e das popula&ccedil;&otilde;es atingidas</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Logo ap&oacute;s a visita na Terra Ind&iacute;gena Sete de Setembro, do Povo Paiter Surui, Bianca Jagger, Ex-mulher de Mick Jagger cumpre sua agenda em Porto Velho. Aonde foi dada uma entrevista nas impressas local e uma visita ao chefe da Casa Civil o Sr. Juscelino Batista, e na oportunidade Almir Surui falou da situa&ccedil;&atilde;o dos ind&iacute;genas no Estado, Ivaneide Bandeira falou sobre os impactos nos &iacute;ndios isolados, Eliezer falou sobre a quest&atilde;o dos quilombolas, Edjales sobre a necessidade do Governo esta atento as quest&otilde;es ambientais e Bianca Jagger sobre os impactos das hidrel&eacute;tricas sobre os ind&iacute;genas e popula&ccedil;&atilde;o ribeirinha.</p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/Palacio-ro.png"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-602" height="300" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/Palacio-ro.png" title="Palacio ro" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois se reuniu com os representantes do movimento sociais da cidade. Os mesmos relataram como estavam sendo prejudicados pelo impacto das hidrel&eacute;tricas, que muitos ribeirinhos estavam perdendo suas casas e foram entregue v&aacute;rios documentos a Bianca Jagger.</p>
<p style="text-align: justify;">E juntamente com os representantes dos movimentos que estavam na reuni&atilde;o e Bianca Jagger, v&ecirc; de perto a destrui&ccedil;&atilde;o causada pelas barragens nas casas dos ribeirinhos do bairro Triangulo.</p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/jagger3.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-603" height="338" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/jagger3.jpg" title="jagger3" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao termino de passeio de barco foram direto para o aeroporto para Manaus para participar do F&oacute;rum Mundial de Sustentabilidade onde Almir e Bianca tinham uma palestra a fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o</p>
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		<title>Bianca Jagger, Ex-mulher de Mick Jagger visita povo indígena da Amazônia</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 00:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Paiter em imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Povo Paiter]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a visita de Almir Surui&#160;em Londres para denunciar os impactos causados pelo Complexo Hidroel&#233;trico do Rio Madeira nos povos ind&#237;genas em isolamento volunt&#225;rio, este conheceu ativista de direitos humanos Bianca Jagger e a convidou para vir ao Estado de Rond&#244;nia conhecer seu povo e colaborar na luta contra a constru&#231;&#227;o das barragens que impactam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante a visita de Almir Surui&nbsp;em Londres para denunciar os impactos causados pelo Complexo Hidroel&eacute;trico do Rio Madeira nos povos ind&iacute;genas em isolamento volunt&aacute;rio, este conheceu ativista de direitos humanos Bianca Jagger e a convidou para vir ao Estado de Rond&ocirc;nia conhecer seu povo e colaborar na luta contra a constru&ccedil;&atilde;o das barragens que impactam direta e indiretamente os povos ind&iacute;genas.</p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/549121_normal1.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-591" height="299" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/549121_normal1.jpg" title="549121_normal" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Bianca Jagger, ativista ambiental e tamb&eacute;m Membro do conselho diretor da anistia Internacional no Estado Unido, desembarca no aeroporto Capital do Caf&eacute;, Cacoal, Rond&ocirc;nia numa tarde de domingo no dia 18 de mar&ccedil;o na companhia da Ivaneide Bandeira Cardozo, Conselheira da Associa&ccedil;&atilde;o de Defesa Etnoambiental &ndash; Kanind&eacute; e foram recebida pelo Almir Suru&iacute;, Coordenador Geral da Associa&ccedil;&atilde;o Metareil&aacute; e Labiway Esaga, o l&iacute;der Maior do Povo Paiter e a impressa local.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cumprimento da agenda visita-se a sede da Associa&ccedil;&atilde;o Metareil&aacute;, no Distrito de Riozinho, aonde foram apresentados os projetos em execu&ccedil;&atilde;o e em&nbsp;elabora&ccedil;&atilde;o na expectativa de melhorar qualidade de vida dos Paiter no futuro 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Almir Suru&iacute; fez um breve relato sobre a hist&oacute;ria dos Paiter Surui, da associa&ccedil;&atilde;o Metareil&aacute; e dos projetos desenvolvidos pelo povo Paiter Suru&iacute; e suas associa&ccedil;&otilde;es, com especial destaque para o projeto de reflorestamento, para as experi&ecirc;ncias do etnozoneamento e do plano de gest&atilde;o, e para o projeto Carbono Suru&iacute;. &quot;O contexto dos Paiter Suru&iacute; e do seu territ&oacute;rio, o v&iacute;nculo dos projetos tocados pelos Paiter Suru&iacute; tem finalidade de contribuir com as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas&rdquo;, explicou Almir. E ao final Walelasoepilem&atilde;m presenteou a ativista com um colar tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/IMG_4945.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-609" height="338" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/IMG_4945.jpg" title="IMG_4945" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na manh&atilde; do dia seguinte, seguiram para Terra Ind&iacute;gena Sete de Setembro, na Aldeia Lapetanha, acompanhando o grupo a equipe da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional &Iacute;ndio composta por seu coordenador regional Urariwe Suru&iacute; e procurador federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar na aldeia foram recebidos com grande alegria pelas lideran&ccedil;as e comunidade. E l&aacute; conheceu o Viveiro e as &aacute;reas florestais que vem sendo enriquecidas com 17 esp&eacute;cies nativas valorizados pelos Paiter Surui no &acirc;mbito do projeto de reflorestamento e projeto de Carbono Surui.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/IMG_5062.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-610" height="338" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/IMG_5062.jpg" title="IMG_5062" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao retornar do reflorestamento o grupo almo&ccedil;ou na companhia dos Paiter Suru&iacute;. Em sinal de boas vindas os Paiter Surui pintaram os visitantes com uma pintura corporal caracter&iacute;stica dos Paiter.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s retornarem para Cacoal, a visita foi conclu&iacute;da com um jantar com familiares e amigos e seguiu a sua viagem para capital de Rond&ocirc;nia.</p>
<p>Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o</p>
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		<title>Encontro dos povos indígenas falantes das línguas Tupi Mondé e Rama Rama</title>
		<link>http://www.paiter.org/blog/?p=576</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 21:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito embiental]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Embiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Povo Paiter]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os dias 20 e 21 de fevereiro, em pleno Carnaval, no audit&#243;rio da sede da Associa&#231;&#227;o Metareil&#225; do Povo Paiter Suru&#237;, no distrito de Riozinho, em Cacoal-RO, ocorreu o I Encontro do Corredor Tupi Mond&#233;, com a participa&#231;&#227;o expressiva de l&#237;deres de comunidades e associa&#231;&#245;es dos povos ind&#237;genas falantes das l&#237;nguas Tupi-Mond&#233; e Rama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entre os dias 20 e 21 de fevereiro, em pleno Carnaval, no audit&oacute;rio da sede da Associa&ccedil;&atilde;o Metareil&aacute; do Povo Paiter Suru&iacute;, no distrito de Riozinho, em Cacoal-RO, ocorreu o I Encontro do Corredor Tupi Mond&eacute;, com a participa&ccedil;&atilde;o expressiva de l&iacute;deres de comunidades e associa&ccedil;&otilde;es dos povos ind&iacute;genas falantes das l&iacute;nguas Tupi-Mond&eacute; e Rama Rama: Paiter (Suru&iacute;), Karo (Arara), P&aacute;d&egrave;rej (Cinta Larga), Ikolen (Gavi&atilde;o) e Pangyjej (Zor&oacute;). O Encontro foi realizado pela Metareil&aacute; e pela Kanind&eacute;, com apoio das associa&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas do Corredor Tupi Mond&eacute;, do Parlamento Paiter, do Grupo de Trabalho Amaz&ocirc;nico (GTA/RO), da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM/RO), das Funda&ccedil;&otilde;es Skoll e Moore, da FUNAI e do Projeto Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade em Terras P&uacute;blicas na Amaz&ocirc;nia. A participa&ccedil;&atilde;o no Encontro superou em muito os 27 representantes ind&iacute;genas e 20 brancos assessores/convidados esperados: no primeiro dia, estiveram presentes 68 participantes &#8211; entre ind&iacute;genas Apurin&atilde; (1), Arara (4), Cinta Larga (10), Gavi&atilde;o (9), Suru&iacute; (21) e Zor&oacute; (6), e brancos (17) representando organiza&ccedil;&otilde;es parceiras e convidadas; e no segundo dia, 53 participantes deram continuidade aos trabalhos &#8211; entre ind&iacute;genas Apurin&atilde; (1), Arara (4), Cinta Larga (8), Gavi&atilde;o (8), Suru&iacute; (16) e Zor&oacute; (7), e brancos (9).</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os representantes de institui&ccedil;&otilde;es parceiras e convidadas, destacaram-se as presen&ccedil;as de Marcos Apurin&atilde; (Coordenador Geral da COIAB), Urariw&eacute; Suru&iacute; (Coordenador Regional da FUNAI de Cacoal), Naraiagoteme Suru&iacute; (Gerente Ind&iacute;gena da SEDAM), J&uacute;lio Naraykosar Suru&iacute; (Coordenador de Assuntos Ind&iacute;genas da Prefeitura Municipal de Cacoal), um representante da Secretaria dos Esportes, da Cultura e do Lazer (SECEL/RO), a vereadora Ligia Neiva (PTB) do munic&iacute;pio de Rondol&acirc;ndia-MT, que apoia o povo Zor&oacute; na &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o, e demais assessores das associa&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas.</p>
<p style="text-align: justify;">O encontro foi convocado com o objetivo de promover a discuss&atilde;o e construir entendimentos coletivos entre os cinco povos sobre a gest&atilde;o etnoambiental e cultural do Corredor Tupi Mond&eacute;. A programa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou no primeiro dia com uma s&eacute;rie de palestras e exposi&ccedil;&otilde;es em pain&eacute;is e mesas, seguidas de debates, sobre os seguintes temas: an&aacute;lise de conjuntura; cultura; gest&atilde;o territorial e ambiental; e associativismo e redes sociais &#8211; nas quais participaram ind&iacute;genas e brancos (assessores e representantes de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos federais e estaduais).<strong>&nbsp;<a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/01.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-572" height="299" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/01.jpg" title="01" width="450" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/02.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-573" height="337" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/02.jpg" title="02" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao final do primeiro dia foram constitu&iacute;dos quatro grupos de trabalho, compostos com representantes de todos os povos presentes ao encontro para, em torno de perguntas orientadoras, construir entendimentos e apresentar propostas sobre: o que &eacute; o Corredor; quais os tipos de articula&ccedil;&atilde;o e de atua&ccedil;&atilde;o poss&iacute;veis entre os povos no Corredor; e a gest&atilde;o territorial e ambiental do Corredor.</p>
<p><strong><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/03.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-574" height="367" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/03.jpg" title="03" width="450" /></a></strong></p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/04.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-575" height="337" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/04.jpg" title="04" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Retomando as atividades na manh&atilde; do segundo dia, ap&oacute;s as apresenta&ccedil;&otilde;es dos resultados dos grupos de trabalho, seguiu-se um debate em torno do melhor arranjo para articular os povos ind&iacute;genas do Corredor, suas comunidades e associa&ccedil;&otilde;es, e fez-se uma r&aacute;pida sistematiza&ccedil;&atilde;o do principais problemas, desafios e propostas levantados, de modo a constituir uma agenda/pauta para o prosseguimento das a&ccedil;&otilde;es no Corredor pelos povos ind&iacute;genas. Tirou-se a composi&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;comiss&atilde;o provis&oacute;ria&rdquo;, que se reunir&aacute; no pr&oacute;ximo dia 09 abril, com apoio dos recursos das pr&oacute;prias associa&ccedil;&otilde;es, de modo a consolidar a agenda e avan&ccedil;ar na defini&ccedil;&atilde;o da estrutura de governan&ccedil;a do Corredor &ndash; que deve, no futuro, incorporar representantes dos povos e comunidades tradicionais agroextrativistas, que vivem nas reservas extrativistas estaduais ao norte do Corredor (conforme entendimento constru&iacute;do durante o encontro).</p>
<p style="text-align: justify;">A plen&aacute;ria do encontro tamb&eacute;m aprovou o encaminhamento de cinco manifesta&ccedil;&otilde;es a autoridades federais e estaduais &ndash; notadamente, a Presidenta Dilma, o Presidente do Congresso Nacional e os governadores de Mato Grosso e Rond&ocirc;nia &ndash; renovando demandas do movimento ind&iacute;gena, cobrando compromissos assumidos por essas autoridades em diferentes momentos e exigindo maior participa&ccedil;&atilde;o ind&iacute;gena nos assuntos que lhes dizem respeito &ndash; em especial, medidas legislativas ou administrativas que os afetam. Aproveitando-se a presen&ccedil;a do Coordenador Geral da COIAB, Marcos Apurin&atilde;, tamb&eacute;m foi repassada e revista a agenda pol&iacute;tica do movimento ind&iacute;gena para os pr&oacute;ximos meses, que inclui, entre outros: o processo de regulamenta&ccedil;&atilde;o do direito de consulta previsto na Conven&ccedil;&atilde;o 169 da OIT; uma assembleia extraordin&aacute;ria da COIAB entre os dias 27 a 31 de mar&ccedil;o pr&oacute;ximo, em Manaus/AM; e a realiza&ccedil;&atilde;o do Acampamento Terra Livre (ATL) 2012 no &acirc;mbito da C&uacute;pula dos Povos que precede a Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro/RJ.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecimento das cartas na &iacute;ntegra, <strong><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/Oficio-corredor-governo-mt.pdf">Sinval Barbosa</a>, <a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/Oficio-corredor-governo-ro.pdf">Conf&uacute;cio Moura</a>, <a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/Oficio-corredor-presidenta-e-outros.pdf">Dilma Rousseff (Cc: Aur&eacute;lio Rios, M&aacute;rcio Meira, J&oacute;se Eduardo, Izabella Texeira, Edison Lob&atilde;o e Marcos Apurin&atilde;)</a>, <a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/Oficio-corredor-presidenta.pdf">Dilma Rousseff</a> e <a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/Oficio-corredor-senado.pdf">Jos&eacute; Sarney</a>.</strong></p>
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		<title>Visita da Sra. Adriana Hayes (USAID Washington) aos Suruí em Cacoal, RO</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 05:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito embiental]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 24 de janeiro de 2012, a Sra. Adriana Hayes (Oficial de Programa da USAID Washington), na companhia da Sra. Magaly Pagotto (USAID Brasil), visitaram em Cacoal-RO a Coordena&#231;&#227;o Regional da FUNAI, chefiada pelo ind&#237;gena Urariw&#233; Suru&#237;, a sede da Associa&#231;&#227;o Metareil&#225; do Povo Ind&#237;gena Suru&#237;, no Distrito de Riozinho, e a aldeia Lapetanha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 24 de janeiro de 2012, a Sra. Adriana Hayes (Oficial de Programa da USAID Washington), na companhia da Sra. Magaly Pagotto (USAID Brasil), visitaram em Cacoal-RO a Coordena&ccedil;&atilde;o Regional da FUNAI, chefiada pelo ind&iacute;gena Urariw&eacute; Suru&iacute;, a sede da Associa&ccedil;&atilde;o Metareil&aacute; do Povo Ind&iacute;gena Suru&iacute;, no Distrito de Riozinho, e a aldeia Lapetanha, na TI Sete de Setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">A visita come&ccedil;ou com um caf&eacute; da manh&atilde;, &agrave;s 07h, no Cacoal Palace Hotel, reunindo as duas oficiais da USAID, Almir Suru&iacute;, Coordenador da Metareil&aacute;, Ivaneide Cardozo, da Kanind&eacute;, Vasco van Roosmalen, da ECAM e o Coordenador do Projeto, Henyo Barretto F&ordm;, do IEB. De l&aacute; o grupo seguiu para encontrar outros Suru&iacute; que fazem parte da Coordena&ccedil;&atilde;o da Metareil&aacute; e reunir-se com o Coordenador Regional, Urariw&eacute; Suru&iacute;, formado em Administra&ccedil;&atilde;o e ex-integrante do programa de est&aacute;gio da Kanind&eacute;, durante o qual foi benefici&aacute;rio indireto do apoio da USAID a projetos da Kanind&eacute;. Na ocasi&atilde;o, Urariw&eacute;, Almir e as oficiais da USAID trocaram impress&otilde;es sobre as interfaces dos projetos apoiados pela USAID com as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas dirigidas para os povos ind&iacute;genas na regi&atilde;o e o desafio da sustentabilidade.</p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012139.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-562" height="337" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012139.jpg" title="24012012139" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, o grupo se dirigiu para a sede da Metareil&aacute; no Riozinho, onde as oficiais da USAID foram apresentadas a toda a equipe t&eacute;cnica da associa&ccedil;&atilde;o e ouviram do <em>Labiway Esaga</em> Almir Suru&iacute; um breve relato sobre a hist&oacute;ria dos Surui, da associa&ccedil;&atilde;o Metareil&aacute; e dos projetos desenvolvidos pelo povo Suru&iacute; e suas associa&ccedil;&otilde;es, com especial destaque para o projeto Pamine (de reflorestamento), para as experi&ecirc;ncias do etnozoneamento e do plano de gest&atilde;o, e para o projeto Carbono Suru&iacute; (de pagamento por servi&ccedil;os ambientais). Almir explicou o contexto dos Suru&iacute; e do seu territ&oacute;rio, o v&iacute;nculo dos projetos tocados pelos Suru&iacute; com as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e ao final presenteou a Sra. Adriana Hayes com um colar tradicional Suru&iacute;.</p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012143.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-563" height="337" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012143.jpg" title="24012012143" width="450" /></a></p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012142.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-564" height="337" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012142.jpg" title="24012012142" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao final da manh&atilde;, o grupo rumou para a aldeia Lapetanha (Linha 11) na TI Sete de Setembro, onde, ap&oacute;s percorrer as estradas de acesso em p&eacute;ssimo estado devido &agrave;s fortes chuvas, tiveram a oportunidade de visitar e conhecer algumas instala&ccedil;&otilde;es (galp&otilde;es e maquin&aacute;rios), os viveiros e as &aacute;reas florestadas que v&ecirc;m sendo enriquecidas com 17 esp&eacute;cies nativas valorizadas pelos Suru&iacute; no &acirc;mbito do projeto de reflorestamento, as &aacute;reas de plantios comerciais de banana e caf&eacute;, e algumas ro&ccedil;as ind&iacute;genas tradicionais, nas quais se consorcia um conjunto variado de cultivos. O grupo almo&ccedil;ou na companhia dos Suru&iacute; daquela comunidade e tiveram a oportunidade de conversar um pouco mais e conhecer de perto a realidade desse povo ind&iacute;gena e do seu territ&oacute;rio. Em sinal de boas vindas e para selar alian&ccedil;as, os Suru&iacute; pintaram os corpos do Coordenador do Projeto e das oficiais da USAID.</p>
<p><a href="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012150.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-565" height="600" src="http://www.paiter.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/24012012150.jpg" title="24012012150" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s retornar &agrave; cidade de Cacoal, a visita foi conclu&iacute;da com uma r&aacute;pida passagem das oficiais da USAID pelas instala&ccedil;&otilde;es do extinto F&oacute;rum Paiter Suru&iacute;, no bairro Josino Brito.</p>
<p style="text-align: justify;">Por&nbsp;Henyo Barretto F&ordm;, Coordenador do Projeto Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade em Terras P&uacute;blicas na Amaz&ocirc;nia, do IEB.</p>
<p style="text-align: justify;">Cacoal, 25 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>Pioneer Indigenous REDD+ Initiatives: The Suruí Forest Carbon Project</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Povo Paiter]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paiter.org/wp321pt/wp-content/uploads/2011/11/Cartaz_Palestras_portugues.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-553" height="1675" src="http://www.paiter.org/wp321pt/wp-content/uploads/2011/11/Cartaz_Palestras_portugues.jpg" title="Cartaz_Palestras_portugues" width="1121" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Etnia Suruí participa pela primeira vez do jogos indígenas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 13:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Paiter em imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[O segundo dia dos jogos ind&#237;genas (07), teve a participa&#231;&#227;o da etnia Suru&#237;, que depois de tr&#234;s dias de viagem, 27 atletas, chegaram em Porto Nacional (TO), para participar pela primeira vez dos jogos. A terra do povo Suru&#237; localiza-se entre os munic&#237;pios de Cacoal (Rond&#244;nia) e Aripuan&#227; (Mato Grosso). O primeiro contato pac&#237;fico dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.paiter.org/wp321pt/wp-content/uploads/2011/11/Surui-CaboGuerra-EdisonBueno-Funai1.jpg"><img alt="" class="alignleft size-full wp-image-545" height="202" src="http://www.paiter.org/wp321pt/wp-content/uploads/2011/11/Surui-CaboGuerra-EdisonBueno-Funai1.jpg" title="Surui-CaboGuerra-EdisonBueno-Funai" width="294" /></a>O segundo dia dos jogos ind&iacute;genas (07), teve a participa&ccedil;&atilde;o da etnia Suru&iacute;, que depois de tr&ecirc;s dias de viagem, 27 atletas, chegaram em Porto Nacional (TO), para participar pela primeira vez dos jogos. A terra do povo Suru&iacute; localiza-se entre os munic&iacute;pios de Cacoal (Rond&ocirc;nia) e Aripuan&atilde; (Mato Grosso).</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro contato pac&iacute;fico dos Suru&iacute; com os brancos foi em 1969. A seguir, cerca da metade da popula&ccedil;&atilde;o Suru&iacute; morreu devido &agrave;s doen&ccedil;as transmitidas pelos colonos. No in&iacute;cio dos anos 80, o povo Suru&iacute; contava com menos de 300 indiv&iacute;duos. Hoje, o povo Suru&iacute; &eacute; uma das etnias mais populosas do Estado de Rond&ocirc;nia. S&atilde;o cerca de 1500 ind&iacute;genas distribu&iacute;das em vinte e cinco aldeias.</p>
<p style="text-align: justify;">Gosoda Surui, formado em turismo, conta que os jovens da sua comunidade treinaram com frenqu&ecirc;ncia para participar das modalidades de cabo de for&ccedil;a e arremesso de lan&ccedil;a. Ele tamb&eacute;m explica que mesmo tendo contato com homem branco, os Suru&iacute; mant&eacute;m vivas suas heran&ccedil;as culturais. &quot;Durante todo o ano n&oacute;s treinamos muito para virmos preparados para os jogos,n&oacute;s n&atilde;o temos uma culin&aacute;ria especial, a comida ind&iacute;gena j&aacute; &eacute; uma comida forte. Todos n&oacute;s falamos nossa l&iacute;ngua nativa, temos nosso trabalho na agricultura tradicional e tamb&eacute;m a agricultura que aprendemos com o branco&quot;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">As competi&ccedil;&otilde;es de segunda-feira iniciaram com o futebol masculino e feminino. Mas uma das modalidades mais esperadas pelo p&uacute;blico foi o arremesso de lan&ccedil;a, onde 27 etnias participaram da competi&ccedil;&atilde;o. Cada delega&ccedil;&atilde;o ind&iacute;gena teve um atleta participante com o direito de realizar tr&ecirc;s arremessos durante a prova.</p>
<p style="text-align: justify;">A contagem de pontos que ir&aacute; definir o primeiro, segundo e terceiro colocados, ser&aacute; pela maior dist&acirc;ncia arremessada. Na primeira fase eliminat&oacute;ria os tr&ecirc;s melhores arremessadores foram da etnia Terena/MS, Tapirap&eacute;/TO e Bororo/MT. Na pr&oacute;xima quarta-feira ter&aacute; a segunda fase do arremesso, e a grande final ser&aacute; no s&aacute;bado (12).</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda modalidade disputada foi o cabo de for&ccedil;a. Cada delega&ccedil;&atilde;o ind&iacute;gena teve o direito de inscrever no m&aacute;ximo duas equipes, uma masculina e a outra feminina, composta de dez atletas e dois reservas. O objetivo dessa modalidade &eacute; o de medir a for&ccedil;a f&iacute;sica dos participantes. Vencer o cabo de for&ccedil;a, significa ter os &iacute;ndios mais bem preparados para o confronto f&iacute;sico.</p>
<p>Mais&nbsp;informa&ccedil;&otilde;es e fotos clique<strong> <a href="http://www.funai.gov.br/">aqui</a></strong>.</p>
<p>Fonte: Funda&ccedil;&atilde;o Nacional do &iacute;ndio</p>
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		<title>Rebellion der digitalen Indianer</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[greenpeace magazin 6.11 Strom aus der W&#252;ste? Da war doch was. Mit viel Tamtam gr&#252;ndete sich vor zwei Jahren die Desertec-Industrie-Initiative, um die Vision riesiger Spiegel&#173;kraftwerke in der Sahara umzusetzen. Lange passierte nichts, 2014 soll der erste Solarstrom nach Europa flie&#223;en &#8211; aus Marokko. Das nordafrikanische K&#246;nigreich ist der ideale Testfall f&#252;r Desertec. BAUM NUMMER [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paiter.org/wp321pt/wp-content/uploads/2011/11/526060397a.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-535" height="365" src="http://www.paiter.org/wp321pt/wp-content/uploads/2011/11/526060397a.jpg" title="526060397a" width="545" /></a><br />
	<strong><em>greenpeace magazin 6.11</em></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Strom aus der W&uuml;ste? Da war doch was. Mit viel Tamtam gr&uuml;ndete sich vor zwei Jahren die Desertec-Industrie-Initiative, um die Vision riesiger Spiegel&shy;kraftwerke in der Sahara umzusetzen. Lange passierte nichts, 2014 soll der erste Solarstrom nach Europa flie&szlig;en &#8211; aus Marokko. Das nordafrikanische K&ouml;nigreich ist der ideale Testfall f&uuml;r Desertec.</strong></p>
<p><strong>BAUM NUMMER 103.712</strong></p>
<p style="text-align: justify">Die Luft ist so feucht, dass man sie trinken k&ouml;nnte. H&auml;uptling Almir Narayamoga Surui, Federkrone auf dem Kopf und Badelatschen an den F&uuml;&szlig;en, steht in seinem Territorium neben einer frisch gepflanzten Brasilkastanie und dr&uuml;ckt ein paar Tasten auf dem GPS-Ger&auml;t in seiner Hand. Die exakte Position des Setzlings ist registriert. Ein junger Indio hat Pfeil und Bogen dabei, es gibt Jaguare im Wald, man wei&szlig; nie. Nebenan, auf der Motorhaube eines schlammverkrusteten Pickup-Trucks, sitzt Thomas Pizer und h&auml;lt einen Laptop auf dem Scho&szlig;. Via Satellit gelangen L&auml;ngen- und Breitengrad der Pflanze in den Computer, ein neuer Punkt taucht auf in Pizers digitaler Karte des wiederaufgeforsteten Gebietes, es ist Baum Nummer 103.712. Mit Pizers Hilfe haben die Surui in den letzten Jahren mehr als hunderttausend B&auml;ume gepflanzt. Pizer kommt aus der franz&ouml;sischen Schweiz. Er blickt aus seinem schwei&szlig;verklebten Gesicht zum Himmel, sagt &bdquo;merde!&ldquo; und klappt den Computer zu. Gleich wird es wieder regnen.</p>
<p style="text-align: justify">Almir sagt: &bdquo;Wenn der Wald stirbt, sterben auch die Surui. Aber die Welt braucht den Wald. Also braucht sie auch uns, die W&auml;chter des Waldes.&ldquo;</p>
<p style="text-align: justify">Der H&auml;uptling sagt immer solche Sachen. Immer in seinem gefl&uuml;sterten Zeit&shy;lupen-Portugiesisch, von Monsieur Pizer in den langen Pausen zwischen den S&auml;tzen ins Englische &uuml;bersetzt. Die beiden sind ein seltsames Paar. Klein und leise ist der Vision&auml;r aus dem Dschungel, gro&szlig; und laut sein Gehilfe aus der Zivili&shy;sa&shy;tion. Hier der Ureinwohner, der sich der Mittel der Moderne bedient, dort der Com&shy;puter&shy;freak aus der Ersten Welt, der das Urspr&uuml;ngliche liebt und die Natur retten will. Kriegserfahren sind sie beide, Almir als Mitglied der Kriegerkaste unter den Surui, die die wei&szlig;en Siedler notfalls auch mit Gewalt vertreibt, Pizer als Rot&shy;kreuz-Veteran, der 15 Jahre in den &uuml;belsten Konfliktgebieten der Welt verbrachte. Almirs Mutter hat Pizer vor ein paar Jahren als Familienmitglied adoptiert und ihm einen Surui-Namen gegeben, &bdquo;No Honira Iuwai&ldquo;, der Mann vom gro&szlig;en Berg, weil er aus dem Land der Alpen stammt. Almir und Thomas sind Br&uuml;der.</p>
<p style="text-align: justify">&bdquo;Manchmal nennen sie mich auch Mekopoi&ldquo;, sagt Thomas Pizer, &bdquo;das hei&szlig;t &sbquo;fetter Jaguar&lsquo;.&ldquo; Er klopft sich auf den Bauch und lacht.</p>
<p style="text-align: justify">Dann nimmt Gott eine Dusche. Regen, wasserfallartig. Alles flie&szlig;t, der Wald ist jetzt ein Sumpf. Und nach ein paar Minuten brennt wieder die Sonne, fliegen die Papageien auf. Pizer streift das Wasser aus seinem Seehundschnauz, Almir wringt sein T-Shirt aus. Der Chief lacht und sagt wie zur Entschuldigung: &bdquo;Amaz&ocirc;nia!&ldquo; So ist das eben hier, in Amazonien, zur Regenzeit.</p>
<p style="text-align: justify">Die Fortsetzung lesen Sie im aktuellen <strong>Greenpeace Magazin</strong>. Bitte bestellen Sie <strong><a href="http://www.greenpeace-magazin.de/warenhaus/" target="_blank" title="Opens external link in new window"><span style="color: rgb(255,0,0)">hier</span></a></strong>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.greenpeace-magazin.de/index.php?id=6571"><span lang="EN-US" style="font-family: 'Tahoma', 'sans-serif'; font-size: 9pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-bidi-language: AR-SA"><strong><font color="#000000">Greenpeace Magazin</font></strong></span></a></p>
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		<title>Ministério Público Federal pede o fechamento de madeireiras em RO</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 16:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thomas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[H&#225; suspeita de extra&#231;&#227;o ilegal de madeira em terras ind&#237;genas. Pol&#237;cia Federal monitora a regi&#227;o com seis policiais. O Minist&#233;rio P&#250;blico Federal pediu o fechamento de nove madeireiras que funcionam no entorno de &#225;reas ind&#237;genas, em Espig&#227;o D&#39;Oeste, na divisa de Rond&#244;nia com Mato Grosso. Tr&#234;s terras ind&#237;genas est&#227;o localizadas na regi&#227;o: Sete de Setembro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a _mce_href="http://www.paiter.org/news/wp-content/uploads/2011/11/DEFORESTATION-Q-29.jpg" href="../../news/wp-content/uploads/2011/11/DEFORESTATION-Q-29.jpg"><img _mce_src="http://www.paiter.org/news/wp-content/uploads/2011/11/DEFORESTATION-Q-29.jpg" alt="" class="aligncenter size-full wp-image-466" height="301" src="../../news/wp-content/uploads/2011/11/DEFORESTATION-Q-29.jpg" title="DEFORESTATION-Q-29" width="545" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify">H&aacute; suspeita de extra&ccedil;&atilde;o ilegal de madeira em terras ind&iacute;genas. Pol&iacute;cia Federal monitora a regi&atilde;o com seis policiais.</h2>
<p style="text-align: justify">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal pediu o fechamento de nove madeireiras que funcionam no entorno de &aacute;reas ind&iacute;genas, em Espig&atilde;o D&#39;Oeste, na divisa de Rond&ocirc;nia com <a _mce_href="http://g1.globo.com/topico/mato-grosso/" href="http://g1.globo.com/topico/mato-grosso/">Mato Grosso</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Tr&ecirc;s terras ind&iacute;genas est&atilde;o localizadas na regi&atilde;o: Sete de Setembro, do povo Suru&iacute;; Zor&oacute; e a Reserva Roosevelt, dos &iacute;ndios Cinta Larga. O distrito de Boa Vista do Pacana &eacute; vizinho de toda a &aacute;rea de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental.</p>
<p style="text-align: justify">A quantidade de madeira amontoada nos p&aacute;tios &eacute; o motivo da a&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal. O procurador da Rep&uacute;blica Daniel Fontenele denuncia que cerca de sete mil metros c&uacute;bicos de madeira saem da regi&atilde;o por m&ecirc;s. A A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica pede o fechamento das madeireiras instaladas no distrito. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico questiona tamb&eacute;m a libera&ccedil;&atilde;o pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente de licen&ccedil;as de funcionamento. &ldquo;Os empreendimentos impactam diretamente em terras da Uni&atilde;o e se localizam na divisa do estado de Rond&ocirc;nia com Mato Grosso. Portando, de compet&ecirc;ncia federal&rdquo;, diz Fontenele.</p>
<p style="text-align: justify">A Secretaria de Meio Ambiente contesta a afirma&ccedil;&atilde;o. Nanci Rodrigues afirma que o estado tem poder para atuar naquela regi&atilde;o. Das nove madeireiras da regi&atilde;o, cinco tiveram as licen&ccedil;as renovadas este ano. &ldquo;Estamos hoje licenciando com base na legisla&ccedil;&atilde;o federal/estadual e que o licenciamento dentro do territ&oacute;rio do estado de Rond&ocirc;nia &eacute; de compet&ecirc;ncia do estado. A gest&atilde;o florestal foi transferida por compet&ecirc;ncia ao estado de Rond&ocirc;nia&rdquo;, diz.</p>
<p style="text-align: justify">Al&eacute;m da paralisa&ccedil;&atilde;o total das madeireiras, a&ccedil;&atilde;o pede &agrave; Justi&ccedil;a federal que anule as licen&ccedil;as ambientais emitidas pela Sedam. Novas licen&ccedil;as pr&oacute;ximas as terras ind&iacute;genas devem passar por um aval da Funai. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal pede ainda que os donos de madeireiras sejam condenados a pagar R$ 10 milh&otilde;es &agrave;s comunidades ind&iacute;genas atingidas pela explora&ccedil;&atilde;o ilegal de madeira.</p>
<p><a _mce_href="http://glo.bo/u1G2Ww" href="http://glo.bo/u1G2Ww" target="_blank">Assisti o video</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Do Globo Rural</p>
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		<title>Em RO, índios denunciam ação de madeireiros em áreas de reserva</title>
		<link>http://www.paiter.org/blog/?p=510</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 12:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chsurui</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suru&#237; denunciam a&#231;&#227;o dentro da reserva Sete de Setembro. Eles se queixam da falta de a&#231;&#227;o da pol&#237;cia e da Funai. A placa logo na entrada da terra ind&#237;gena Sete de Setembro alerta: a &#225;rea &#233; de preserva&#231;&#227;o ambiental e deve ser respeitada. O territ&#243;rio do povo paiter-suru&#237; tem cerca de 250 mil hectares entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><em>Suru&iacute; denunciam a&ccedil;&atilde;o dentro da reserva Sete de Setembro. Eles se queixam da falta de a&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;cia e da Funai.</em></strong></p>
<p><object width="480" height="360" data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param value="true" name="allowFullScreen"><param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1677363&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=360" name="FlashVars" /></object></p>
<p style="text-align: justify">A placa logo na entrada da terra ind&iacute;gena Sete de Setembro alerta: a &aacute;rea &eacute; de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental e deve ser respeitada. O territ&oacute;rio do povo paiter-suru&iacute; tem cerca de 250 mil hectares entre o sudeste de <a href="http://g1.globo.com/topico/rondonia/"><strong>Rond&ocirc;nia </strong></a>e o noroeste de Mato Grosso.</p>
<p style="text-align: justify">Cerca de 1300 &iacute;ndios vivem espalhados em 25 aldeias. Hoje, eles enfrentam um grande problema: dizem que as terras est&atilde;o sendo invadidas e exploradas por madeireiros.</p>
<p style="text-align: justify">O l&iacute;der ind&iacute;gena se preocupa com a situa&ccedil;&atilde;o da reserva. Almir Suru&iacute; &eacute; conhecido internacionalmente pela luta em defesa dos direitos dos povos ind&iacute;genas e por trabalhos de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental.</p>
<p style="text-align: justify">No territ&oacute;rio suru&iacute;, ele implantou projetos de comercializa&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito de carbono e de reflorestamento com plantas nativas. Com tantos esfor&ccedil;os para preservar o meio ambiente, Almir quer ajuda para proteger a terra.</p>
<p style="text-align: justify">A coordenadoria da Funai em Cacoal informa que h&aacute; anos sabe dos problemas dentro das terras ind&iacute;genas Sete de Setembro e que a&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sendo planejadas e realizadas em parceria com institui&ccedil;&otilde;es federais, mas as informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sigilosas.</p>
<p style="text-align: justify">A pol&iacute;cia federal de Rond&ocirc;nia informa que est&aacute; investigando o caso. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal entrou com uma a&ccedil;&atilde;o pedindo que a justi&ccedil;a anule as licen&ccedil;as ambientais cedidas &agrave;s madeireiras pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental.</p>
<p style="text-align: justify">Fonte: Do Globo Rural</p>
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