logo_paiter.jpg

Povo Indigena Paiter Surui

No dia 24 de janeiro de 2012, a Sra. Adriana Hayes (Oficial de Programa da USAID Washington), na companhia da Sra. Magaly Pagotto (USAID Brasil), visitaram em Cacoal-RO a Coordenação Regional da FUNAI, chefiada pelo indígena Urariwé Suruí, a sede da Associação Metareilá do Povo Indígena Suruí, no Distrito de Riozinho, e a aldeia Lapetanha, na TI Sete de Setembro.

A visita começou com um café da manhã, às 07h, no Cacoal Palace Hotel, reunindo as duas oficiais da USAID, Almir Suruí, Coordenador da Metareilá, Ivaneide Cardozo, da Kanindé, Vasco van Roosmalen, da ECAM e o Coordenador do Projeto, Henyo Barretto Fº, do IEB. De lá o grupo seguiu para encontrar outros Suruí que fazem parte da Coordenação da Metareilá e reunir-se com o Coordenador Regional, Urariwé Suruí, formado em Administração e ex-integrante do programa de estágio da Kanindé, durante o qual foi beneficiário indireto do apoio da USAID a projetos da Kanindé. Na ocasião, Urariwé, Almir e as oficiais da USAID trocaram impressões sobre as interfaces dos projetos apoiados pela USAID com as políticas públicas dirigidas para os povos indígenas na região e o desafio da sustentabilidade.

Em seguida, o grupo se dirigiu para a sede da Metareilá no Riozinho, onde as oficiais da USAID foram apresentadas a toda a equipe técnica da associação e ouviram do Labiway Esaga Almir Suruí um breve relato sobre a história dos Surui, da associação Metareilá e dos projetos desenvolvidos pelo povo Suruí e suas associações, com especial destaque para o projeto Pamine (de reflorestamento), para as experiências do etnozoneamento e do plano de gestão, e para o projeto Carbono Suruí (de pagamento por serviços ambientais). Almir explicou o contexto dos Suruí e do seu território, o vínculo dos projetos tocados pelos Suruí com as políticas públicas e ao final presenteou a Sra. Adriana Hayes com um colar tradicional Suruí.

Ao final da manhã, o grupo rumou para a aldeia Lapetanha (Linha 11) na TI Sete de Setembro, onde, após percorrer as estradas de acesso em péssimo estado devido às fortes chuvas, tiveram a oportunidade de visitar e conhecer algumas instalações (galpões e maquinários), os viveiros e as áreas florestadas que vêm sendo enriquecidas com 17 espécies nativas valorizadas pelos Suruí no âmbito do projeto de reflorestamento, as áreas de plantios comerciais de banana e café, e algumas roças indígenas tradicionais, nas quais se consorcia um conjunto variado de cultivos. O grupo almoçou na companhia dos Suruí daquela comunidade e tiveram a oportunidade de conversar um pouco mais e conhecer de perto a realidade desse povo indígena e do seu território. Em sinal de boas vindas e para selar alianças, os Suruí pintaram os corpos do Coordenador do Projeto e das oficiais da USAID.

Após retornar à cidade de Cacoal, a visita foi concluída com uma rápida passagem das oficiais da USAID pelas instalações do extinto Fórum Paiter Suruí, no bairro Josino Brito.

Por Henyo Barretto Fº, Coordenador do Projeto Conservação da Biodiversidade em Terras Públicas na Amazônia, do IEB.

Cacoal, 25 de Janeiro de 2012.

Read More

 

Read More

O segundo dia dos jogos indígenas (07), teve a participação da etnia Suruí, que depois de três dias de viagem, 27 atletas, chegaram em Porto Nacional (TO), para participar pela primeira vez dos jogos. A terra do povo Suruí localiza-se entre os municípios de Cacoal (Rondônia) e Aripuanã (Mato Grosso).

O primeiro contato pacífico dos Suruí com os brancos foi em 1969. A seguir, cerca da metade da população Suruí morreu devido às doenças transmitidas pelos colonos. No início dos anos 80, o povo Suruí contava com menos de 300 indivíduos. Hoje, o povo Suruí é uma das etnias mais populosas do Estado de Rondônia. São cerca de 1500 indígenas distribuídas em vinte e cinco aldeias.

Gosoda Surui, formado em turismo, conta que os jovens da sua comunidade treinaram com frenquência para participar das modalidades de cabo de força e arremesso de lança. Ele também explica que mesmo tendo contato com homem branco, os Suruí mantém vivas suas heranças culturais. "Durante todo o ano nós treinamos muito para virmos preparados para os jogos,nós não temos uma culinária especial, a comida indígena já é uma comida forte. Todos nós falamos nossa língua nativa, temos nosso trabalho na agricultura tradicional e também a agricultura que aprendemos com o branco", explica.

As competições de segunda-feira iniciaram com o futebol masculino e feminino. Mas uma das modalidades mais esperadas pelo público foi o arremesso de lança, onde 27 etnias participaram da competição. Cada delegação indígena teve um atleta participante com o direito de realizar três arremessos durante a prova.

A contagem de pontos que irá definir o primeiro, segundo e terceiro colocados, será pela maior distância arremessada. Na primeira fase eliminatória os três melhores arremessadores foram da etnia Terena/MS, Tapirapé/TO e Bororo/MT. Na próxima quarta-feira terá a segunda fase do arremesso, e a grande final será no sábado (12).

A segunda modalidade disputada foi o cabo de força. Cada delegação indígena teve o direito de inscrever no máximo duas equipes, uma masculina e a outra feminina, composta de dez atletas e dois reservas. O objetivo dessa modalidade é o de medir a força física dos participantes. Vencer o cabo de força, significa ter os índios mais bem preparados para o confronto físico.

Mais informações e fotos clique aqui.

Fonte: Fundação Nacional do índio

Read More


greenpeace magazin 6.11

Strom aus der Wüste? Da war doch was. Mit viel Tamtam gründete sich vor zwei Jahren die Desertec-Industrie-Initiative, um die Vision riesiger Spiegel­kraftwerke in der Sahara umzusetzen. Lange passierte nichts, 2014 soll der erste Solarstrom nach Europa fließen – aus Marokko. Das nordafrikanische Königreich ist der ideale Testfall für Desertec.

BAUM NUMMER 103.712

Die Luft ist so feucht, dass man sie trinken könnte. Häuptling Almir Narayamoga Surui, Federkrone auf dem Kopf und Badelatschen an den Füßen, steht in seinem Territorium neben einer frisch gepflanzten Brasilkastanie und drückt ein paar Tasten auf dem GPS-Gerät in seiner Hand. Die exakte Position des Setzlings ist registriert. Ein junger Indio hat Pfeil und Bogen dabei, es gibt Jaguare im Wald, man weiß nie. Nebenan, auf der Motorhaube eines schlammverkrusteten Pickup-Trucks, sitzt Thomas Pizer und hält einen Laptop auf dem Schoß. Via Satellit gelangen Längen- und Breitengrad der Pflanze in den Computer, ein neuer Punkt taucht auf in Pizers digitaler Karte des wiederaufgeforsteten Gebietes, es ist Baum Nummer 103.712. Mit Pizers Hilfe haben die Surui in den letzten Jahren mehr als hunderttausend Bäume gepflanzt. Pizer kommt aus der französischen Schweiz. Er blickt aus seinem schweißverklebten Gesicht zum Himmel, sagt „merde!“ und klappt den Computer zu. Gleich wird es wieder regnen.

Almir sagt: „Wenn der Wald stirbt, sterben auch die Surui. Aber die Welt braucht den Wald. Also braucht sie auch uns, die Wächter des Waldes.“

Der Häuptling sagt immer solche Sachen. Immer in seinem geflüsterten Zeit­lupen-Portugiesisch, von Monsieur Pizer in den langen Pausen zwischen den Sätzen ins Englische übersetzt. Die beiden sind ein seltsames Paar. Klein und leise ist der Visionär aus dem Dschungel, groß und laut sein Gehilfe aus der Zivili­sa­tion. Hier der Ureinwohner, der sich der Mittel der Moderne bedient, dort der Com­puter­freak aus der Ersten Welt, der das Ursprüngliche liebt und die Natur retten will. Kriegserfahren sind sie beide, Almir als Mitglied der Kriegerkaste unter den Surui, die die weißen Siedler notfalls auch mit Gewalt vertreibt, Pizer als Rot­kreuz-Veteran, der 15 Jahre in den übelsten Konfliktgebieten der Welt verbrachte. Almirs Mutter hat Pizer vor ein paar Jahren als Familienmitglied adoptiert und ihm einen Surui-Namen gegeben, „No Honira Iuwai“, der Mann vom großen Berg, weil er aus dem Land der Alpen stammt. Almir und Thomas sind Brüder.

„Manchmal nennen sie mich auch Mekopoi“, sagt Thomas Pizer, „das heißt ‚fetter Jaguar‘.“ Er klopft sich auf den Bauch und lacht.

Dann nimmt Gott eine Dusche. Regen, wasserfallartig. Alles fließt, der Wald ist jetzt ein Sumpf. Und nach ein paar Minuten brennt wieder die Sonne, fliegen die Papageien auf. Pizer streift das Wasser aus seinem Seehundschnauz, Almir wringt sein T-Shirt aus. Der Chief lacht und sagt wie zur Entschuldigung: „Amazônia!“ So ist das eben hier, in Amazonien, zur Regenzeit.

Die Fortsetzung lesen Sie im aktuellen Greenpeace Magazin. Bitte bestellen Sie hier.

Fonte: Greenpeace Magazin

Read More

Há suspeita de extração ilegal de madeira em terras indígenas. Polícia Federal monitora a região com seis policiais.

O Ministério Público Federal pediu o fechamento de nove madeireiras que funcionam no entorno de áreas indígenas, em Espigão D'Oeste, na divisa de Rondônia com Mato Grosso.

Três terras indígenas estão localizadas na região: Sete de Setembro, do povo Suruí; Zoró e a Reserva Roosevelt, dos índios Cinta Larga. O distrito de Boa Vista do Pacana é vizinho de toda a área de preservação ambiental.

A quantidade de madeira amontoada nos pátios é o motivo da ação do Ministério Público Federal. O procurador da República Daniel Fontenele denuncia que cerca de sete mil metros cúbicos de madeira saem da região por mês. A Ação Civil Pública pede o fechamento das madeireiras instaladas no distrito. O Ministério Público questiona também a liberação pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente de licenças de funcionamento. “Os empreendimentos impactam diretamente em terras da União e se localizam na divisa do estado de Rondônia com Mato Grosso. Portando, de competência federal”, diz Fontenele.

A Secretaria de Meio Ambiente contesta a afirmação. Nanci Rodrigues afirma que o estado tem poder para atuar naquela região. Das nove madeireiras da região, cinco tiveram as licenças renovadas este ano. “Estamos hoje licenciando com base na legislação federal/estadual e que o licenciamento dentro do território do estado de Rondônia é de competência do estado. A gestão florestal foi transferida por competência ao estado de Rondônia”, diz.

Além da paralisação total das madeireiras, ação pede à Justiça federal que anule as licenças ambientais emitidas pela Sedam. Novas licenças próximas as terras indígenas devem passar por um aval da Funai. O Ministério Público Federal pede ainda que os donos de madeireiras sejam condenados a pagar R$ 10 milhões às comunidades indígenas atingidas pela exploração ilegal de madeira.

Assisti o video

 

Fonte: Do Globo Rural

Read More

Suruí denunciam ação dentro da reserva Sete de Setembro. Eles se queixam da falta de ação da polícia e da Funai.

A placa logo na entrada da terra indígena Sete de Setembro alerta: a área é de preservação ambiental e deve ser respeitada. O território do povo paiter-suruí tem cerca de 250 mil hectares entre o sudeste de Rondônia e o noroeste de Mato Grosso.

Cerca de 1300 índios vivem espalhados em 25 aldeias. Hoje, eles enfrentam um grande problema: dizem que as terras estão sendo invadidas e exploradas por madeireiros.

O líder indígena se preocupa com a situação da reserva. Almir Suruí é conhecido internacionalmente pela luta em defesa dos direitos dos povos indígenas e por trabalhos de preservação ambiental.

No território suruí, ele implantou projetos de comercialização de crédito de carbono e de reflorestamento com plantas nativas. Com tantos esforços para preservar o meio ambiente, Almir quer ajuda para proteger a terra.

A coordenadoria da Funai em Cacoal informa que há anos sabe dos problemas dentro das terras indígenas Sete de Setembro e que ações estão sendo planejadas e realizadas em parceria com instituições federais, mas as informações são sigilosas.

A polícia federal de Rondônia informa que está investigando o caso. O Ministério Público Federal entrou com uma ação pedindo que a justiça anule as licenças ambientais cedidas às madeireiras pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental.

Fonte: Do Globo Rural

Read More

O Imaflora está avaliando se o projeto proposto pela Associação Metareilá do Povo Indígena Suruí respeita aos padrões CCB (Clima, Comunidade e Biodiversidade) e VCS (Padrão de Carbono Verificado). Esses padrões são compostos por um conjunto de regras que visam reduzir as emissões de gases de efeito estufa, bem como garantir os benefícios às comunidades locais e à biodiversidade da região.

Sua contribuição é fundamental para verificarmos se o projeto esta atendendo às regras da certificação. Também é importante para dar transparência ao processo de avaliação e aumentar os benefícios sociais e ambientais da certificação na área onde os projetos estão instalados.

Se desejar contribuir conosco, por favor, consulte o projeto e responda ao questionário de avaliação até o dia 24/11/2011. Os seus comentários serão respondidos e tratados com confidencialidade.

Para conhecer os padrões, consulte:

- Padrão CCB

- Padrão VCS v.3

Alguns conceitos:

O que são projetos de carbono e como funciona sua comercialização?

São iniciativa que recebe financiamento, via mercado de carbono, por reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEEs) ou por captar CO2 da atmosfera.

O mercado de carbono é composto pela oferta de créditos de carbono originados por essas iniciativas, como também pela demanda por esses créditos por parte de organizações que buscam alcançar metas de redução ou neutralização das suas emissões de GEEs, sejam elas obrigatórias, em cumprimento ao Protocolo de Quioto ou voluntário. Por essa razão o mercado se carbono se divide em regulado e voluntário.

Ao assumir metas voluntariamente, as empresas investem ou financiam projetos que apresentam como objetivo a redução da emissão de GEEs, como por exemplo os projetos de eficiência energética, ou os que retiram carbono da atmosfera, como os projetos de restauração de áreas degradadas. Cada tonelada de dióxido de carbono (CO2) que deixa de ser emitida ou é reduzida corresponde a um crédito de carbono – instrumento financeiro negociável, que as empresas compram no mercado, na quantidade necessária para neutralizar as suas emissões ou financiam projetos que resultam na quantidade de créditos necessários para a neutralização.

O que é validação?

É a avaliação feita por uma organização independente que tem o objetivo de averiguar se o projeto de carbono atende às exigências do padrão.

Para isso, além da análise do Documento de Concepção do Projeto (DCP) feita em escritório também são realizadas visitas ao local e consultas à pessoas que possam afetar ou ser afetadas pelo projeto.

O que é Padrão CCB?

O padrão Clima, Comunidade & Biodiversidade (CCB) foi criado para fomentar o desenvolvimento e a comercialização de projetos que forneçam benefícios significativos e confiáveis para o clima, para as comunidades e para a biodiversidade de maneira integrada e sustentável. Os projetos que cumprem com este padrão adotam boas práticas a fim de gerar reduções confiáveis e robustas de emissões de gases de efeito estufa, ao mesmo tempo em que geram também benefícios para as comunidades locais e para a biodiversidade.

Para saber mais sobre o CCBA.

O que é Padrão VCS?

Esse padrão é formado por requisitos que buscam quantificar reduções de emissões ou remoções de Gases de Efeito Estufa (GEEs), buscando garantir que os ‘créditos de carbono’ gerados pelo projeto sejam reais, mensuráveis e adicionais. O sistema VCS apresenta um sistema de registro que faz com que cada crédito seja único e rastreado, evitando que ocorra a dupla contagem.

Para saber mais sobre o VCS.

Sobre o Imaflora:

O Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) é uma organização brasileira, sem fins lucrativos, que trabalha desde 1995 para promover mudanças nos setores florestal e agrícola. Desde 2008, a instituição, em parceria com a Rainforest Alliance, também realiza avaliações de projetos segundo o CCB no Brasil.

 

Para mais informações, contate:

Talía Bonfante

talia@imaflora.org

(19) 3429 – 0848

www.imaflora.org

Read More

Um simpático e acessível ministro de estado, na cidade de Cacoal, em uma manhã quente de sábado parecia algo inacreditável.

A quem devemos agradecer? Ao nosso prefeito Padre Franco, aos políticos, ao povo de Cacoal?

Lamentamos naquela ocasião especial apenas o esquecimento dos índios. Autoridades indígenas não foram chamadas a compor o rol das autoridades. Por que? Esquecidos. Como sempre. Certamente por ocasião das eleições serão lembrados.

Graça à assessoria do Parlamento Povo Paiter Surui, no meio da multidão, dos políticos tentando sair, se afogando por quase falta de oxigênio ali respirado por pessoas para marcar alguns minutos de conversa com Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Apesar de outra articulação ao favor desses povos, os políticos da região se omitiram. Mas, fingimos que não queríamos entender essa omissão.

Passou cerimônia da inauguração do Hospital São Daniel Comboni e o momento da imprensa local com o Ministro. Parece que o Alexandre Padilha conhecia a pessoa do Líder Maior do Povo Paiter. Quando o viu no corredor, ele foi em direção ao Líder e o chamou Almir Surui pelo nome e o abraçou. E ele disse: “Almir, daqui a pouco vou ter um encontro com vocês”. Percebemos que ele é uma pessoa atenciosa e, apesar do alto cargo que ocupa, não tem problema em falar com as pessoas simples.

A pessoa que estava por perto olhou para líder indígena, com olhar de que queria dizer, “Uai, ministro conhece índio?”. Logo as pessoas já queriam tirar as fotos com o líder indígena.

Após o momento de imprensa, chegou o momento do encontro. Estavam esperando por ele, o Povo Paiter Surui, o representante do Povo Mamaidê, do Povo Terena de Pimenta Bueno e do Povo Gavião. Chegando à sala, o Ministro se espanta, e diz “sala cheia de liderança”.

Essas lideranças dizem ao ministro com seus olhares, não precisa ter medo, apenas queremos diálogo e contribuir para gestão da política pública.

O povo reconheceu a agenda corrida do Ministro, e apenas tiveram alguns minutos de conversa. No momento da conversa foi pedido por parte dos indígenas:  1) exoneração da atual coordenadora da DSEI, por irregularidade e precariedade da saúde indígena; 2) envio da equipe técnica para fazer diagnóstico da saúde nas aldeias do povo paiter e dos demais povos; e para fazer auditoria na administração de DSEI/Vilhena.

No evento foram entregues também, ofícios dos pedidos anteriores ao Presidente da SESAI, Antônio Alves, da promessa não cumprida. Após isso, o Ministro prometeu que iria chegar a Brasília e a primeira coisa que faria era conversar e organizar os técnicos para esse afim.

Em resultado desse encontro, o Parlamento Paiter, elaborou um ofício e encaminhou para o ministro, o presidente da SESAI, o coordenador da DSEI e do CONDISI/Vilhena.

Para conhecimento do ofício da íntegra, clique aqui.

Cacoal, 11 de outubro de 2011.

Read More

On september 22 2011, the United Nations Special Rapporteur on the human rights and fundamental freedoms of indigenous people, James Anaya, recieved Chief Almir Surui for a meeting where the indigenous chief could update him on the current situation of indigenous peoples of the brazilian Amazon. He requested the help of the United Nations in urging the brazilian governemnt to implement UN recommendations concerning indigenous peoples, made in James Anay's Report on the situation of human rights of indigenous peoples in Brazil, in 2009.

More information on the actions undertaken by special rapporteur James Anaya on the brazilian situation

Read More

Almir Surui et Raoni na reuniao com specialistas dos direitos humanos da ONU a Genebra

Representatives of indigenous peoples from the Brazilian Amazon, supported by Society for Threatened Peoples International (STP-I),  met with the representatives of various UN agencies in Geneva on September 30th 2011. The delegates, among them internationally renowned Chief Raoni Txucurramãe of the Kayapo and Chief Almir Narayamoga Surui, requested the intervention of the UN concerning the economic development proposals currently causing alarm in Brazil and disrespecting the indigenous peoples rights.

Chief Raoni Txucurramãe, for decades a campaigner for the rights of his Kayapo people, and Chief Almir of the Suruí Paiter, whose commitment to human rights has made him the target of death threats, met today with various representatives of UN bodies and appealed for urgent support for efforts to secure respect for the rights of Brazil's indigenous peoples and protection of the Amazon rainforest.

An increasingly desperate struggle is developing between the indigenous peoples of Brazil and their government's proposals for economic development and the exploitation of natural resources. Government initiatives pose a significant threat to the survival of the indigenous peoples of the Amazon region. For example mining corporations have been granted initial approval for exploratory surveys of natural resources across vast swathes of the Amazon basin, including indigenous areas with officially protected status, without the knowledge or consent of the indigenous inhabitants.

Society for Threatened Peoples International (STP-I) supports the calls made by the indigenous peoples' delegation and their call for the United Nations to persuade their government:

1. to respect the rights of indigenous peoples in accordance with ILO Convention 169 and the UN Declaration on the Rights of Indigenous Peoples and to incorporate these rights into Brazilian law, in particular their right to free, prior and informed consent concerning any decisions affecting their way of life and their environment;

2. to ensure full and immediate protection and demarcation of all indigenous areas including those in which previously uncontacted indigenous peoples are living or are believed to live, notwithstanding the pressure brought to bear by commercial concerns and big land owners;

3. to consider and respect the interests of indigenous peoples in all matters relating to the economic development of the Brazilian rainforest

4. to avoid any weakening of the forest protection legislation currently being discussed by the Brazilian parliament;

5. to protect vulnerable individuals against the threat of violence and death, and to hold those responsible to account;

Read More